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Problemas financeiros no casamento: 3 erros para serem evitados

Embora esse assunta seja de grande importância para toda relação, muitos têm problemas para conversar sobre questões financeiras com o seu parceiro. Os problemas financeiros no casamento podem gerar prejuízos, discussões e até divórcios.

Buscando minimizar esse tabu, Ricardo Pereira divide suas dicas financeiras para relacionamento. Veja os problemas pontuados pelo educador financeiro!

Problema 1: pensar que a relação só se inicia depois do casamento

A maioria dos casais lida com a “síndrome da realidade do casamento”, que é o que acontece na realidade dessa relação, na qual compromissos são divididos para que haja mais harmonia.

Nessa nova fase, a louça não se lavará sozinha e os boletos não serão pagos com milagres. Ir morar com seu(ua) parceiro(a) pode ter uma independência muito prazerosa, mas envolve tomar decisões importantes e resolver problemas do dia-a-dia.

Conversas abertas e ações minimizam esse imbróglio. Independente de se tratar de um namoro, noivado ou casamento, é fundamental que compartilhemos e pensemos juntos ao nosso(a) parceiro(a) os planos e objetivos que envolvem despesas. problemas financeiros no casamento

Outra coisa importante é que sejam definidas regras para que os objetivos de ambos sejam atingidos. Todo o empenho vale para que cheguem no primeiro “sim” desse planejamento.

Logo, essa comunhão acontece antes da do casamento em si. O dinheiro também deve ser um ponto a ser trabalhado pelo casal o quanto antes, assim como a confiança e a afinidade.

Problema 2: Postergar assuntos importantes e difíceis

Normalmente as decisões financeiras podem passar por assuntos delicados, como a compra de produtos desnecessários ou maiores do que deviam com estética, cerveja, eletrônicos e por aí vai. Acaba sendo mais cômodo evitar essas conversas do que sentar com seu parceiro e ter uma conversa sincera, simples e amadurecida. Saiba que esse tipo de decisão “facilitadora” pode gerar distanciamento, problemas de comunicação e discussões constrangedoras.

A reciprocidade para lidar com o novo lar e família é muito importante. Isso inclui também contribuir nas conversas sobre finanças, tendo em mente os limites individuais e do conjunto do que pode ser investido e qual a qualidade de vida almejada. Você ou a outra parte podem ter que mudar de hábito no meio desse processo para melhorar e para saber mais sobre a gestão do seu dinheiro. Muitas vezes o que você deve fazer não é a opção mais fácil.

Problema 3: Saber o que é individualismo e individualidade

As contradições mais complexas são aquelas que dizem respeito a flexibilidade da parte familiar. A relação não exige que você abandone suas individualidades, mas envolve, sim, mudanças nessa jornada. Ressalta-se a importância de participar das ações que alegram e são relevantes, além de apoiar e entender as ações do outro.

Juntar-se a outro tem a ver com ser um indivíduo, mas contar também com alguém para dar suporte nos momentos bons e ruins e para fazer críticas construtivas, sempre que cabível. Isso pode ser muito bom, mas sempre terá suas dificuldades e nunca deixar de ter suas individualidades pode ser uma delas. Esteja sempre atento e tente ser razoável: as atividades desacompanhadas e outros compromissos que o outro tem como indivíduo devem se equilibrar com maneira que o casal quer crescer.

É desnecessário e nem relevante que goste das mesmas coisas que seu(ua) parceiro(a), porém é fundamental pensar e entender no que o(a) faz feliz.

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